Habita no amor

Há muitos que não sonham,
Há muitos que não adormecem,
Não adormecem para sonhar,
Para não se extinguirem de uma realidade perdida,
Para não procurarem um rumo,
Um rumo que só alguns sentem,
Um rumo que só está acessível a alguns vagueantes.

Na pedra demarcada,
Vê-se o amor incansável
O amor com que rumamos na vida,
Seja ele qual for.
O que nos desperta sentidos,
O que nos preenche,
O que nos alimenta.

Só vive em amor,
Só vê amor,
Só sente amor,
Em tudo o que rodeia,
Quem habita nele,
Para sempre.

Autora: Renata Pereira Correia
Publicado no Blog Relances de Claudio Anaia
http://relances.blogspot.com/